6.5.09
Publicidade x independência jornalística
Marcadores: Bola dentro, Debate, Democratização da Comunicação, Mercado de comunicação, Mídia independente, Perspectiva
17.4.09
Pequena aula de jornalismo
Marcadores: Bola dentro, Mídia independente, Perspectiva
4.11.08
Contra-hegemonia in Rio
Marcadores: Debate, Democratização da Comunicação, Mídia independente
1.9.08
Ramonet no Rio
Marcadores: Mídia independente
13.2.08
Enquanto isso, numa poça perto de você...
Marcadores: Mídia independente
6.1.08
Simples e direto
Marcadores: Mídia independente
8.11.07
De volta ao batente
Marcadores: Mídia independente
Lá também...
Obrigado ao Alto Conselheiro que passou a dica.
Marcadores: Mídia independente
5.10.07
A Veja e o Che
Aliás, agradeço a outro Nobre Conselheiro pelas dicas do texto do Maringoni e também pelo do Eliakim.
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Confessa ou não?
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30.7.07
Mídia x anti-mídia
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24.7.07
Bordoada - II
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23.7.07
Bordoada
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29.6.07
Vaia impressa
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17.6.07
Pau no Chavez - III
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18.5.07
Rede Globo mente sobre comunidade quilombola baiana
Mano isso é mentira! Existem 14 fazendeiros que estão pagando para a imprensa e alguns moradores. Tenho um vídeo comprovando isso, inclusive que foi levado como prova para o juiz retirar a liminar de reintegração de posse dos fazendeiros! Vou mandar o video depois.
O vídeo de que minha irmã fala é este.
A comunidade atacada pela Globo divulgou a nota abaixo:
NOTA PÚBLICA
COMUNIDADE REMANESCENTE DE QUILOMBO SÃO FRANCISCO DO PARAGUAÇU
Cachoeira, Bahia.
As falsidades veiculadas pelo Jornal Nacional da Rede Globo de Televisão no dia 14 de maio deste ano "Crime no quilombo ? suspeitas de fraude e extração de madeira de Mata Atlântica" repetem na história o que significou o 14 de maio de 1888 para a população negra no Brasil, dia seguinte à abolição oficial da escravatura. O dia 14 daquela época significou o acirramento das relações escravistas, da violência racial contra negras e negros, e a tentativa de exterminá-la através de inúmeras medidas de exclusão e apartheid, dando continuidade ao processo de exclusão social e criminalização da população negra.
Passados cem anos continuamos a assistir às práticas racistas, novamente a covardia daqueles que atacam as comunidades negras utilizando as estruturas poderosas de dominação se manifesta através da veiculação de uma reportagem fraudulenta e tendenciosa, sem oferecer a comunidade nenhuma oportunidade para se defender. Nossa comunidade assistiu a reportagem exibida no Jornal Nacional da Rede Globo com profunda indignação diante da atitude racista expressa na má fé e na falta de ética de um meio de comunicação poderoso que está submetido a interesses perversos e tenta esmagar uma comunidade negra historicamente excluída.
Já esperávamos por esta reportagem, pois fomos testemunhas do teatro que foi armado por ocasião das filmagens, onde boa parte da comunidade envolvida na luta pela regularização do território quilombola nem sequer foi ouvida, visto que a equipe de reportagem se recusou a registrar qualquer versão contrária aos interesses dos fazendeiros, cortando falas e utilizando de métodos persuasivos, já que demonstrou expressamente o objetivo de manipular e deturpar a realidade, inclusive. Tentamos conversar com os prepostos da TV Bahia, filial da rede Globo, mas fomos ignorados. Logo vimos a vinculação da reportagem com os poderosos locais que tentam explorar nossa comunidade.
Diante deste sentimento de indignação com a reportagem fraudulenta exibida hoje vimos a público divulgar as verdades que Globo não divulga:
Historicamente, nossa comunidade ocupa este território. Os relatos dos mais idosos remetem nossa presença a muitas gerações. Ali sempre praticamos um modo de vida fruto de uma longa tradição deixada por nossos ancestrais. Extraímos da Floresta a Piaçava, o Dendê, a Castanha, e tantos outros produtos. Extraímos tantos tipos de cipós diferentes que usamos para fazer cofos, cestos e tantos outros artesanatos aprendidos com nossos avós. Nós amamos a floresta e a defendemos. Nossa luta para defender a floresta causa a ira de poderosos interesses que desejam o desmatamento para a grande criação de gado que cresce no recôncavo. Estamos decepcionados com a falta de dignidade do jornalista que expôs seu nome numa reportagem fraudulenta, pois as imagens do desmatamento de madeira apresentado na reportagem não foi filmada em nossa comunidade, sendo que a pessoa flagrada no corte de madeiras não pertence a comunidade de São Francisco do Paraguaçu, confirmando a manipulação dolosa, visto que as falas foram cortadas e editadas com o objetivo de transmitir uma mensagem mentirosa e caluniosa.
Perguntamos aos responsáveis pela matéria: Por que não relataram as vultosas multas não pagas ao IBAMA pelos fazendeiros? Por que não mostraram os mangues cercados que inviabilizam a sobrevivência da comunidade?
Desta maneira, os poderosos que nos oprimem preferem partir para a calúnia, fraude e abuso do poder econômico. Tentam assim, dissimular já que sabem da força da verdade e do nosso direito. O Sr. Ivo, que aparece na reportagem, se diz dono da nossa área é um médico com forte influência política na região, à Frente de seus interesses está o seu Genro, conhecido como Lú Cachoeira, filho de um ex-prefeito e eterno candidato a prefeito. Lu Cachoeira tem um cargo de confiança no Governo do Estado como assessor especial na CAR (Coordenação de Ação Regional) e utiliza sua influência política para perseguir a comunidade. Esta família poderosa tem feito várias investidas contra a comunidade utilizando, inclusive, capangas, pistoleiros, ameaçando a comunidade, violentando crianças, perseguindo idosos, inclusive, utilizando métodos torpes refletidos nas ações violentas de policiais militares não fardados a serviço da família Santana que pode ser comprovado através de relatório da Polícia Federal que já teve diversas vezes na comunidade para nos defender.
Imbuídos do sentimento de justiça não podemos compactuar com atitudes que visam reverter as conquistas democráticas de reconhecimento de direitos da população negra, um verdadeiro afronte aos artigos 215, 216 e o artigo 68 das Disposições Transitórias da Constituição Federal. O povo negro e as comunidades quilombolas cientes de que o caminho de reparação das injustiças raciais é irreversível e que o direito constitucional à propriedade de seus territórios tradicionalmente ocupados é uma conquista da democracia brasileira, não sucumbirá aos interesses poderosos que durante toda história do Brasil promoveu atitudes autoritárias e de desrespeito ao Estado Democrático de Direito.
Lamentamos a covardia daqueles que usam o poder da mídia e do dinheiro para oprimir e perseguir comunidades tradicionais. Já estamos acostumados com esta prática perversa. Nosso povo resistiu até aqui enfrentando o peso da escravidão. FIÉIS A NOSSOS ANCESTRAIS, CONTINUAREMOS FIRMES, DE PÉ, LUTANDO PELA LIBERDADE!
Pela vergonhosa manipulação dos fatos e depoimentos,QUEREMOS DIREITO DE RESPOSTA E QUE O INCRA E A FUNDAÇÃO CULTURAL PALMARES SE PRONUNCIEM.
Salvador, 15 de maio de 2007
Comunidade São Francisco do Paraguaçu
E depois o Ali Kamel diz que não há racismo no Brasil...
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13.5.07
TV Pública: resumo do Fórum
Afirmação de uma consciência de que para trilhar o caminho da democracia com igualdade e justiça social, o Brasil precisa de tevês públicas independentes, democráticas e apartidárias.
A TV pública promove a formação crítica do indivíduo para o exercício da cidadania e da democracia; deve ser a expressão maior das diversidades de gênero étnico, racial, cultural e social brasileiras, promovendo o diálogo entre as múltiplas identidades do país; deve ser instrumento de universalização do direito à informação, à comunicação, à educação e à cultura bem como dos outros direitos humanos e sociais; deve estar ao alcance de todos os cidadãos e cidadãs; deve ser independente e autônoma em relação a governos e ao mercando devendo seu financiamento ter origem em fontes múltiplas com a participação significativa de orçamentos públicos e fundos não contingenciáveis; suas diretrizes de gestão, fiscalização e programação devem ser atribuição de órgão colegiado deliberativo representativo da sociedade no qual o estado ou o governo não devem ter maioria; com o compromisso de fomentar a produção independente; sua programação deve contemplar a produção regional; a programação não deve estar orientada exclusivamente por critérios mercadológicos mas não abrir mão de buscar o interesse do maior número possível de telespectadores; considera o cinema brasileiro como um parceiro estratégico para a realização de sua missão; e recebe positivamente a criação e inserção de uma tevê pública organizada pelo governo federal a partir da fusão de duas instituições do campo público, a TVE e a Radiobrás.
Recomenda que a nova rede pública deve ampliar e fortalecer de forma horizontal as redes já existentes; a regulamentação dos artigos 220, 221 e 223 da Constituição Federal; construir novos parâmetros para aferição de audiência e qualidade que contemplem os objetivos para os quais a tevê pública foi criada; a participação decisiva da União em um amplo programa de financiamento voltado para a produção de conteúdos audiovisuais por meio de mecanismos inovadores.
Propõe, em face processo de migração digital, garantir a construção de uma infra-estrutura técnica pública e única que viabilize a integração das plataformas de serviços digitais por meio de um operador de rede.
Considera que a multiprogramação é modelo estratégico para bem realizar a sua missão; deve ser promotora do processo de convergência digital ampliando sua área de atuação com as novas tecnologias de informação e comunicação e promovendo a inclusão; deve se destacar pelo estímulo à produção de conteúdos digitais interativos e inovadores, pelo apoio à continuidade de pesquisa com vistas à produção de software que garanta a interatividade plena; que os canais públicos criados pela lei do cabo devem ser contemplados no processo de migração digital passando a operar em rede aberta terrestre; estar presente em todas as formas de difusão de televisão existentes ou a serem criadas; trabalhar em conjunto com o BNDES para encontrar mecanismos de financiamento por meio do Fundo Social do banco de fomento para a migração digital das tevês públicas; fomentar o debate sobre a questão da propriedade intelectual no universo digital buscando ampliar os mecanismos de compartilhamento do conhecimento.
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19.3.07
Rádio Pulga, versão 2007
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Grand Café Ipê
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23.2.07
CMI + SOM
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