11.6.09

 

A coleguinha Petrobras


   Como previsto (o pessoal realmente não prima pela imaginação), a imprensa diz que a Petrobras recuou no caso do blog. Neguinho realmente pensa que a gente é besta. A Petrobras não só não recuou, como ainda assumiu um cargo nas redações: o de coeditora.

   Não entendeu? Olha só: a empresa disse que vai publicar as perguntas e as respostas (obviamente, a relação agora se dará por escrito, certo?) no primeiro minuto do dia em que a matéria foi publicada. Bom, em primeiro lugar, tecnicamente, o leitor continuará a ter acesso às perguntas e as respostas da companhia antes de ver o jornal, mas isso não é a grande jogada. A sacada mesmo é que, se a nota da Petrobras não estiver na íntegra na edição, o veículo de comunicação será acusado de ter manipulado a resposta. Para escapar dessa acusação, só tem um jeito - botar num box com a nota completa (ou, no caso da TV, lê-la todinda, de cabo a rabo). Ou seja, a Petrobras influenciará diretamente na edição (não, jênius, nem pensem em usar o truque do corpo menor. Ficará pior, vai por mim).

   Os editores, porém, não devem ficar tão tristes em ter essa incômoda companhia ao lado. Em pior situação fica o povo do comercial. Afinal, sempre que vinham acusações pesadas da redação, a Petrobras tinha que comprar espaço de anúncio para dar suas respostas a peso de ouro. Agora, não vai precisar. Mais uma fonte que seca e logo nesse momento de crise quando as metas já estão tão difíceis de serem atingidas. Se a moda pega então...

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10.6.09

 

Recado dado, recado entendido


   A Petrobras informa que vai passar as perguntas dos jornalistas e respostas no dia em que o coleguinha informar que vai sair a matéria. A imprensa dirá que a empresa voltou atrás. Voltou não. Só não vai forçar a mão - mandou o recado e este foi entendido por quem de direito, portanto já não havia mais nada a ganhar com o clima de guerra.

   Esse jogada final coroa a jogada de mestre da estatal, que abriu um novo caminho para a democracia do Brasil e, de quebra, ensinou a outras grandes empresas como não se tornarem reféns dos jornais e dos jornalistas. Leia aqui o post em que a empresa dita como vai ser a sua relação dos coleguinhas daqui por diante.

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E depois reclamam...


   Não é só a Petrobras que usa a internet para desmentir jornalista malandro. Espero a nota oficial da ANJ e editoriais furibundos condenando esse moço aqui.

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Filosofice


   O filósofo (todo professor de filosofia vira filósofo nos jornais) Roberto Romano,da Unicamp, afirmou hoje, em entrevista a O Globo, que a Petrobras, com seu blog, está perpetrando "terrorismo de estado".

   Ok...Vamos ver se entendi...Ao publicar as perguntas dos jornalistas e suas respostas, a empresa está fazendo algo comparável ao que Israel faz com os palestinos - invadindo casas, agredindo, sequestrando e matando. Então tá...

   É esse tipo de exagero que faz com que os jornais - e outros veículos - percam o respeito da sociedade e vejam suas teses e matérias não serem levadas a sério. Até mesmo o prinicipal objetivo da matéria, ser uma saída honrosa, acabou prejudicado com o delírio conceitual do tal professor.

   Uma coisa boa, porém, Romano falou - aconselhou os jornais a continuarem ouvindo o outro lado. Pois, pelo que se depreende de uma das perguntas, algum "jêniu" já tinha pensado em só ouvir a Petrobras depois de as matérias serem publicadas. Aí é que a vaca atolaria de vez no brejo, pois provaria a principal tese da companhia, a de que a imprensa manipula as informações.

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9.6.09

 

O mundo de ponta-cabeça


   "Esse mundo está virado!", exclamava minha amada vozinha Sinhá, que morreu em 89 aos 92 anos, surpreendendo-se com as mudanças de um mundo que não conseguia compreender. Me lembrei muito dela e de seu pasmo neste imbroglio Petrobras x jornais. Quem diria que empresas de comunicação defenderiam a censura ao fluxo de informação para o público?

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Recordar é viver


   Essa confusão me fez lembrar de algo que ocorreu com a Coleguinhas há anos.

   Lá por 98 ou 99, O Globo mandou pra rua uma galera que fazia os tijolinhos. A versão oficial é de que eles estavam cometendo muitos erros e as queixas dos leitores se avolumavam. Realmente, os colegas erraram, mas não dessa maneira. A falha deles foi cortar a peça de uma amiga do Merval Pereira daquela lista "O Globo indica" que vem no roteiro cultural. Contei essa versão na Coleguinhas.

   Pra quê? O Ali Kamel escreveu um catilinária contra mim e o site (não era blog na época) e me mandou. Obviamente publiquei e rebati. Resultado? Os acessos a Coleguinhas triplicaram e a polêmica foi republicada até em Parnamaribo, creio. Tudo isso num tempo em que a internet no Brasil não era nem sombra do que é hoje. Na época, um amigo me zoou: "Isso é armação sua com o Ali! Com esse monte de acessos, você vai arrumar uns investidores e ele vai ser seu diretor de marketing!", acusou-me, gaiato.

   É, o tempo passou, mas neguinho não aprendeu nada com ele.

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O mundo gira, a Lusitana roda


   Os barões da mídia evitaram que existisse um conselho federal de jornalismo e, depois, derrubaram a Lei de Imprensa. Criaram um vácuo legal que agora se volta contra eles. Justiça cósmica.

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Ética? Que ética?


   Os jornais falam que a Petrobras está sendo anti-ética ao abrir as perguntas dos jornalistas e suas respostas no blog. Tem um problema com essa tese - ela não apresenta o menor amparo. A ética profissional é consubtanciada em um código escrito que define direitos, deveres, prerrogativas e punições para membros de uma categoria profissional. No Brasil, definir e defender (inclusive com poder de polícia) esse tipo de código é privilégio de conselhos ou ordens profissionais. Ora, como sabemos, jornalismo é das poucas - se não for a única - categoria profissional de nível superior que não tem ordem ou conselho. Assim, não pode ter código de ética, como realmente não tem. Ou seja, os donos de jornais podem bradar à vontade em nome da ética, pois estarão gritando palavras sem sentido.

   O quê? O Código de Ética da Fenaj? Bem, o que a Fenaj pode fazer caso um jornalista fira esse código? No máximo, sacudir o dedo indicador e dizer: "Menino mau! Feio!" (se for menina, é só mudar o gênero). Tirar o registro ou mesmo publicar aquelas advertências públicas, como fazem os conselhos, nem pensar.

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Desastre escrito


   Como disse um comentador, a nota da ANJ acusando a Petrobras de atentar contra a liberdade de imprensa por criar um blog é constrangedora. No entanto, ficou em segundo lugar no quesito mico - perdeu para o editorial do Globo. Nem parece um texto escrito por gente tão experiente como os editorialistas do jornal. Confuso, apenas uma colagem de parágrafos sem nexo, é um desastre que teve seu ponto mais baixo na afirmação de que as perguntas feitas por um jornalista são propriedade deste e do veículo que o emprega. Nem a nossa draconiana lei de direitos autorais (a 9610/98), que só perde em rigor para as de países do Leste Europeu como Letônia e Croácia, considera que pergunta tem copyright.

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6.5.09

 

Publicidade x independência jornalística


   Comentador do post abaixo dá boa dica de leitura em espanhol (aqui). E faço um adendo: os problemas apontados pela pesquisa que gerou a matéria tendem a agravar-se numa época de crise como a que passamos.

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3.5.09

 

E agora?


   Muito bem. Acabou-se a Lei de Imprensa. Já foi tarde.

   Agora, como ficaria uma mulher que fosse acusada de terrorista por um dos maiores jornais do país, com base em um documento forjado, NÃO sendo essa mulher a ministra-chefe da Casa Civil e pré-candidata à Presidência da República?

   Ah! Poderia recorrer ao Judiciário. Certo...Só para definir bem, estamos falando do mesmo Judiciário que leva sete ou oito anos para decidir sobre uma simples reclamação trabalhista? Esse Judiciário?

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13.1.09

 

Se a moda pega...


   Reclamações contra os oligopólios (alguns já monopólios) dos meios de comunicação existem há anos, mas agora parece que o MP de Santa Catarina resolveu fazer algo a respeito. Leia aqui.

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4.11.08

 

Contra-hegemonia in Rio


   De 19 a 23 de novmebro, será realizado, no Rio, o 14º curso anual do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), cujo objetivo é reunir, formar e informar os coleguinhas da imprensa ligada ao movimento dos trabahadores. Este ano o tema para refelxão será a relação entre a mídia dos trabalhadores e a política. Este ano, o curso do NPC terá presenças ilustres como o sociólogo Ignacio Ramonet, o professor Dênis de Moraes (UFF) e o ouvidor da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), Laurindo Leal. Mais informações sobre o curso podem ser obtidas em http://www.piratininga.org.br/.

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28.7.08

 

Pressão e insistência


   O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) tentará mobilizar a sociedade a fim de que a Câmara dos Deputados para que haja audiências públicas antes de se decidir pela renovação das concessões de radiodifusão. Atualmente, emissoras próprias das redes Globo, Bandeirantes e Record estão com as concessões vencidas, algumas há quase um ano. Leia mais.

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29.5.08

 

Vovô Karl já dizia


   No Livro 1 do Capital (de passagem) e no 3 (mais esmiuçado): no capitalismo, a tendência à monopolização é irresistível. Mais uma prova da verdade do modo do produção que vivemos deve vir à luz em breve: o Infoglobo está para comprar o Estado de São Paulo.

   O pool de bancos que há uns três anos administra o tradicionalíssimo jornal dos Mesquita jogou a toalha e desistiu de dar ter lucro com a operação. Daí botou o jornal no prego. Abril, Infoglobo e o grupo do jornal Supernotícias, de BH, se interessaram. Fora pra mesa e só quem mostrou cacife até agora foram os Marinho.

   Saindo o negócio, duas vítimas já aparecem de primeira - o leitor, cada vez mais tolhido em sua possibilidade de múltiplas visões; o Grupo Folha, que passará a viver dentro de um torniquete empresarial, a não ser que se associe à Abril.

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27.5.08

 

Quem manda


   Em julho, o Instituto de Estudos e Pesquisas em Comunicação (Epcom) divulgará mais um levantamento do projeto "Donos da Mídia" que há anos a ONG vem realizando. Nesse momento, virá a público o aprofundamento da pesquisa, lançada em 2004, e que enfocava os senadores, abrangendo, dessa vez, também os deputados. Uma palinha do levantamento você ler aqui.

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6.5.08

 

Empurrando com a barriga


   Ameaçando o relator Jorge Bittar (PT-RJ) co m um motim, no qual pediriam verificação de quórum, os deputados do PSDB conseguiram impedir que seja votado amanhã o substitutivo do parlamentar carioca sobre o PL 29, que muda os conceitos e os parâmetros da TV paga. Os tucanos afirmam que querem um maior debate do tema, mas o objetivo real é bem outro: empurrar a votação na omissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) com a barriga até junho, quando, todo mundo sabe, acaba o ano político e nada mais será votado.

   Um doce para quem adivinhar a quem essa estratégia beneficia.

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28.4.08

 

TVPública - O lado jurídico


   Minha irmã aborda a questão da TV Pública sob o ângulo jurídico. Além de seu detalhado parecer de sempre, ela ainda traz a entrevista do jurista que Luiz Fachin, membro do Conselho Curador da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), concedeu à Gazeta do Povo, do Paraná. Leia aqui.

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24.4.08

 

Hora da onça beber água


   Na terça-feira, foi realizada uma Comissão Geral da Câmara sobre o PL-29. Comissão Geral é quando o assunto a ser tratado po uma comissão específica é levado ao plenário por ser do interesse muitos grupos. Veja abaixo a opinião de cada grupo de interesse sobre o PL-29, que o seu relator, Jorge Bittar (PT-RJ), que ver votado dia 29 (terça) de qualquer jeito:

      Jorge Bittar , o relator

      Associação das TVs por Assinatura e Abert (Radiodifusores com as Organizações Globo)

      Coletivo Intervozes e Abra (Radiodifusores sem as Organizações Globo)

      Produtores independentes e teles

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18.4.08

 

Recueta explicada


   O João Brant, do Observatório do Direito à Comunicação explica como e por que Jorge Bittar (PT-RJ) seguiu o conselho do príncipe Don Fabrizio Corbera, personagem principal de "O Leopardo", e mudou tudo no mercado da TV paga para continuar tudo como está. Leia aqui.

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17.4.08

 

Se a moda pega...


   Em mais um round de sua luta contra o conglomerado de mídia Clarín, o governo argentino quer alterar uma lei do tempo da ditadura e permitir que as telecoms possam prestar serviço de televisão. Leia mais.

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A transparência ganha uma


   A renovação das concessões de TV vão passar por audiências públicas na Câmara. Não creio que vá mudar qualquer coisa, pelo menos por agora, mas pode ser que se torne uma prática no futuro, algo que seria muito saudável para a democracia. Leia mais aqui.

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13.4.08

 

O apresentado e o escondido


   Nove-Dedos fez mais uma festa ao lançar o projeto Banda Larga nas Escolas. Bacana, um projeto muito legal. Mas o preço...Esse não foi dito à sociedade. Veja aqui o que iremos pagar no futuro.

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12.12.07

 

Boa preocupação


   As empresas GlobeScan (de pesquisa social) e Synovate (de marketing global) realizaram pesquisa sobre como diferentes países julgam a imprensa, em múltiplas dimensões. Os brasileiros, bem surpreendentemente, se mostraram os mais preocupados (80%) com a concentração da mídia em poucas mãos e também muito críticos quanto à qualidade das informações que lhe são prestadas tanto por empresas de comunicação tanto públicas quanto privadas. A pesquisa, realizada por encomenda da BBC para marcar os seus 75 anos, em sua versão completa está aqui.

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9.12.07

 

Aos poucos, muda - II


   Outro fato que demonstra que pelo menos há esperança que o quadro completamente opaco da mídia no país mude é o relatório da ubcomissão Especial de Outorgas e Concessões de Radiodifusão, da Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) da Câmara. A relatora, deputada Maria do Carmo Lara (PT-MG) propõe que o processo de distribuição de outorgas de radiodifusão seja escrutinado pela comissão, com auxílio do Tribunal de Contas da União (TCU). Já seria um passo adiante, embora um outro proposto pela subcomissão - uma emenda constitucional que deixasse clara a proibição da posse de concessão, de maneira direta ou indireta, por parte de parlamentares ou funcionários públicos - duvido que seja levada à frente

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Aos poucos, muda - I


   Devagar, bem devagarzinho, a situação da mídia no Brasil vai mudando. Ou pelo menos dá esperança de mudar. Assim, é possível que, em fevereiro, seja votado o PL 29/2007 que tentará organizar o mercado de TV paga no país. O relator, deputado Jorge Bittar (PT-RJ), avisou que sua proposta permitirá que as empresas de telefonia entrem como sócias de produtoras de conteúdo, mas com participação limitada a 49%. As produtoras, segundo o deputado, também poderão participar como minoritárias das empresas de telecom. O conteúdo nacional, de acordo com a proposta, teria um cota de 50% da programação (para ranger de dentes das produtoras) e, para bancá-lo, 10% do Fistel - tributo pago pela empresas de comunicação - seriam repassados ao Fundo Nacional de Cultura.

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13.11.07

 

Recuperando


   No dia 10, sábado, o Movimento dos Sem-Mídia tentou entregar o manifesto "A Globo e a TV de que precisamos" a representantes da Estrela da Morte. Veja o que aconteceu no Jornalirismo.

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18.10.07

 

Ei, Globo! Olha o MSM!


   O Blue Bus informa: no dia 10, o MSM (Movimento dos Sem-Mídia) vai protestar diante da TV Globo em São Paulo. A manifestação está marcada para começar às 10h da manhã.

    Sugestão: o pessoal poderia levar uma delegação de cariocas que estiveram ontem no jogo da seleção. A musiquinha mandando o Galvão Bueno para aquele lugar foi tão gozada quanto o segundo gol do Kaká. E fez tanto sucesso que o pessoal da retaguarda teve que tirar o som ambiente quando o Galvão começou a ficar impaciente.

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10.10.07

 

Vivo e chutando


   Que não se pense que o Movimento dos Sem-Mídia foi se juntar ao finado "Cansei". O MSM está vivo e chutando como você pode ler aqui.

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8.10.07

 

Concessões na rua - II


   O blog Dialógico, de Cláudia Cardoso e Eugênio Neves, botou na rede as fotos das manifestações realizadas em 15 cidades exigindo transparência nas concessões de radiodifusão. Veja aqui.

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4.10.07

 

Concessões na rua


   Pela primeira, ao que eu saiba, uma campanha organizada visando mudar a forma bagunçada e opaca com que são concedidas as outorgas de concessões de radiodifusão vai para a rua. Com o slogan "Concessões de rádio e TV: quem manda é você", o movimento começa hoje, em Brasília, e amanhã se espalha pelo país, aproveitando que várias concessões de poderosos grupos de comunicação - Globo, Band, Record, CNT - estão vencendo por agora. Ninguém, nem os próprios organizadores, espera que essas concessões não sejam renovadas. A idéia é levar o assunto a ser discutido politicamente a fim de, no futuro, chegar-se a normas democráticas e transparentes para o processo.

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20.9.07

 

Convergência, divergência, barata-voa


   A Conferência Nacional Preparatória de Comunicações, que terminou ontem, em Brasília, foi um tremendo barata-voa:

   - Hélio Costa propôs que a Conferência sobre Comunicação de verdade fosse adiada para 2008 (pelo menos) para que se pudesse fazer encontros preparatórios regionais. Pois não é a mesma proposta do Coletivo Intervozes?

   O Intervozes, porém, exige a ampla presença da sociedade nos encontros regionais, o que Costa, claro, não mencionou em sua proposta.

   - Deputados como Walter Pinheiro (PT-BA), Jorge Bittar (PT-RJ) e Paulo Bornhausem (DEM-SC) pularam nas tamancas contra a proposta ministerial. Nas mesmas tamancas subiram as telecoms, desconfiadíssimas que a idéia de Costa seja mais uma jogada dele para ajudar seus patrões da Rede Globo. Todos querem Conferência já.

   - Essa, acompanhada por todos os radiodifusores, por sua vez, deu um pau no Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) que propôs a criação de uma rede pública sobre a qual trafegariam os conteúdos. Os barões não querem que se mude um tal de "sistema federativo", que é o atual, no qual, obviamente, eles mandam e desmandam.

   - Já a Rede Bandeirantes baixou o cacete na Globo e o poder que ela tem na TV paga por ser sócia ao mesmo tempo da Sky e da Net e ainda por cima da única programadora que realmente pode ser chamada por esse nome (a Globosat).

   - A Band e a Globo, porém, concordam em discordar do Intervozes e do FNDC que desejam a regionalização das produções a serem exibidas no vídeo. Afirma que isso é inviável devido à pobreza dos mercados fora do eixo Via Dutra.

   - Os radiodifusores também concordam em defender uma cota mínima de 50% de conteúdo nacional nos vídeos, proposta atacada pelas telecoms.

   - Os radiodifusores, no entanto, brigam entre si porque os de TV aberta querem acabar com o "must carry" deve acabar. "Must carry" é a determinação da lei do Cabo que obriga as tevês a cabo (mas não via MMDS ou DTH) a entregarem os canais de TV aberta da região. Como é uma obrigação legal, os canais a cabo nada pagam aos "abertos". Estes, então, querem acabar com a obrigação e impedir que ela se estenda às outras tecnologias para poderem cobrar o sinal dos "

   Por aí vai.

   Enquanto isso, como se pode ver nos posts abaixo, o chão de move.

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Todo mundo joga!


A Universidade de São Paulo (USP) lançou a sua televisão na internet. A IPTV USP tem seis canais Saúde, Arte e Cultura, Ciências, Humanidades, Tecnologia e IPTV USP (este dedicado à própria universidade). O conteúdo ficará disponível para o público, que terá possibilidade de acessar um arquivo que, de cara, já conta com 1206 horas de eventos, 603 horas de produção própria e 201 horas de aulas gravadas. Quem quiser dar uma olhada é só clicar aqui.

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17.9.07

 

Aquecendo o debate


   Começou hoje, na Câmara Federal, a Conferência Nacional Preparatória de Comunicações, que o Minicom, a Anatel, a Câmara e o Senado preparam visando discutir temas como convergência digital, democratização da mídia, produção de conteúdo, etc. O bravo Coletivo Intervozes, claro, está em cima do lance. Leia aqui.

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Não será por falta de aviso


   A manifestação pela mídia plural - ou contra a manipulação de notícias pelos veículos - reuniu cerca de 200 pessoas no sábado, em frente à sede da Folha. Segundo o Blue Bus, os manifestantes protocolaram um abaixo-assinado na portaria do jornal para entrega à diretoria da empresa. Não deve ter passado do lixo do primeiro andar, mas agora não se pode dizer que não houve aviso.
 
  Vídeos da manifestaçação você pode encontrar aqui e aqui.

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14.9.07

 

Protestos contra manipulação da mídia


   Amanhã, dia 15, haverá um protesto contra a manipulação das notícais realizada pela mídia brasileira em frente à sede da Folha, na rua Barão de Limeira, no centro de Sampa. Mas para quem pensa que isso é coisa de maluco ou que só no Bananão se está descobrindo que jornais, rádios e tevês mentem descaradamente para seu público, leia aqui o que escreve o bravo Luiz Carlos Azenha no seu blog "Vi o mundo".

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9.9.07

 

Mídia geral


   A Ericsson, a Endemol International e a holandesa Triple IT desenvolveram um software chamado Me-On-TV que permite o usuário publicar vídeos diretamente de dispositivos móveis (celulares e smartphones, por exemplo). O sistema permite também que sejam gravadas nas imagens as marcas de emissores, sites ou operadoras de telecom que esteja fornecendo o serviço. Pelo acordo, a Ericsson hospeda e gerencia o serviço e Endemol licencia o produto. O Me-On-TV está sendo usado pelo participantes do Big Brother atualmente em cartaz na Holanda.

  Cada vez aumenta o número de ferramentas para qualquer um que quiser produzir seus próprios programas, incluindo aí, é claro, os jornalísticos.

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2.9.07

 

Anatel cumpre seu papel


   De impedir a comunicação livre. Leia aqui.

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25.7.07

 

E nem contaram os nossos...


   Pesquisa do International Center for Media and the Public Agenda diz que as atitudes fechadas e arrogantes das empresas e dos jornalistas prejudicam a credibilidade deles. Veja aqui a pesquisa.

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26.6.07

 

Bucci manda bala


   Ex-presidente da Radiobrás está mesmo com vontade de falar. Veja o que ele disse na Câmara sobre a comunicação do governo. Aqui.

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22.6.07

 

Escrevendo de ouvido


   Você sabia que a Agência Brasil tem uma ouvidoria? Pois é. O ouvidor é Paulo Machado e esse é o seu texto mais recente.

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27.5.07

 

Inclusão digital para jovens


   Como não li em nenhum lugar, vai aqui.

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13.5.07

 

TV Pública: resumo do Fórum


   Segundo o coleguinha Carlos Eduardo Zanatta, a revista especializada Tela Viva, que cobriu o Fórum Nacional da TV Pública realizado semana passada em Brasília, o manifesto "Carta de Brasília", resultado do que foi discutido durante quatro dias, pode ser resumido assim:


      Afirmação de uma consciência de que para trilhar o caminho da democracia com igualdade e justiça social, o Brasil precisa de tevês públicas independentes, democráticas e apartidárias.

      A TV pública promove a formação crítica do indivíduo para o exercício da cidadania e da democracia; deve ser a expressão maior das diversidades de gênero étnico, racial, cultural e social brasileiras, promovendo o diálogo entre as múltiplas identidades do país; deve ser instrumento de universalização do direito à informação, à comunicação, à educação e à cultura bem como dos outros direitos humanos e sociais; deve estar ao alcance de todos os cidadãos e cidadãs; deve ser independente e autônoma em relação a governos e ao mercando devendo seu financiamento ter origem em fontes múltiplas com a participação significativa de orçamentos públicos e fundos não contingenciáveis; suas diretrizes de gestão, fiscalização e programação devem ser atribuição de órgão colegiado deliberativo representativo da sociedade no qual o estado ou o governo não devem ter maioria; com o compromisso de fomentar a produção independente; sua programação deve contemplar a produção regional; a programação não deve estar orientada exclusivamente por critérios mercadológicos mas não abrir mão de buscar o interesse do maior número possível de telespectadores; considera o cinema brasileiro como um parceiro estratégico para a realização de sua missão; e recebe positivamente a criação e inserção de uma tevê pública organizada pelo governo federal a partir da fusão de duas instituições do campo público, a TVE e a Radiobrás.

      Recomenda que a nova rede pública deve ampliar e fortalecer de forma horizontal as redes já existentes; a regulamentação dos artigos 220, 221 e 223 da Constituição Federal; construir novos parâmetros para aferição de audiência e qualidade que contemplem os objetivos para os quais a tevê pública foi criada; a participação decisiva da União em um amplo programa de financiamento voltado para a produção de conteúdos audiovisuais por meio de mecanismos inovadores.

      Propõe, em face processo de migração digital, garantir a construção de uma infra-estrutura técnica pública e única que viabilize a integração das plataformas de serviços digitais por meio de um operador de rede.

      Considera que a multiprogramação é modelo estratégico para bem realizar a sua missão; deve ser promotora do processo de convergência digital ampliando sua área de atuação com as novas tecnologias de informação e comunicação e promovendo a inclusão; deve se destacar pelo estímulo à produção de conteúdos digitais interativos e inovadores, pelo apoio à continuidade de pesquisa com vistas à produção de software que garanta a interatividade plena; que os canais públicos criados pela lei do cabo devem ser contemplados no processo de migração digital passando a operar em rede aberta terrestre; estar presente em todas as formas de difusão de televisão existentes ou a serem criadas; trabalhar em conjunto com o BNDES para encontrar mecanismos de financiamento por meio do Fundo Social do banco de fomento para a migração digital das tevês públicas; fomentar o debate sobre a questão da propriedade intelectual no universo digital buscando ampliar os mecanismos de compartilhamento do conhecimento.

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7.5.07

 

Público e estatal


   Nessa discussão sobre a criação da rede de TVs públicas é bom que essa diferença esteja bem clara, defende o Fórum Nacional para Democratização da Comunicação (FNDC) Leia mais.

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30.4.07

 

"Desescondendo" - 2


   Mais uma notícia que foi ignorada pelos coleguinhas. Agora, sobre convergência e democratização da comunicação. Leia aqui.

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22.3.07

 

Boa idéia


   O professor da professor Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP), Laurindo Leal Filho, deu uma boa idéia, do tipo que, por estarmos no Bananão, terá o destino do lixo. Leal Filho propôs que a criação de ouvidorias fosse um item a ser exigido pelo Poder Público para as empresas que quisessem obter ou renovar serviços de radiodifusão. "O publico não cria nenhum tipo de mecanismo para cobrar a qualidade desse serviço nem de exigir a presença de um ouvidor para dar seqüência às suas reclamações", disse o professor.
 
  Não custa lembrar que só dois veículos de comunicação possuem ouvidorias em seu organograma e ambos são jornais: a Folha de São Paulo e O Povo, do Ceará.

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21.3.07

 

Mais uma estripulia de Costa


   Pode-se dizer tudo do ministro da Globo, Hélio Costa, menos que ele não honra o salário pago seus patrões, os Marinho. Agora mesmo, ele demonstra sua pertinácia ao lançar a idéia de uma TV estatal do Executivo. À primeira vista, seria uma idéia de causar horror aos barões da mídia. No entanto, olhando mais de perto percebe-se que ruim mesmo para os patrões do ex-repórter do Fantástico seria o que vinha sendo gestado dentro do governo a que o ministro diz pertencer.

    Nos últimos meses, associações de tevês educativas, estatais (Senado, Câmara, Justiça, etc), comunitárias e a Radiobrás vinham articulando, com as bênçãos do Secretário Geral da Presidência, Luiz Dulci, um Fórum Nacional de Comunicação, de onde pretende-se que saiam propostas concretas para a criação de uma rede pública de televisão de verdade. Ao jogar a farofa da "TV do Lula" no ventilador, Hélio Costa tenta atrapalhar o Fórum fornecendo  um alvo e bom tamanho para os barões da mídia atirarem - como já se pôde ver nas matérias de jornais, como Folha e Estadão. NO momento, estão se criando as condições de transformar a discussão sobre o papel das tevês públicas e estatais no Brasil naquele linchamento que conhecemos do tempo da Ancinav e do Conselho de Jornalismo. Em breve, você vai ver só, vai ter articulista e colunista amestrado, tipo Arnaldo Jabor, acusando o Nove-Dedos de estar seguindo os passos do atual demônio da direita, Hugo Chávez.

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19.3.07

 

Rádio Pulga, versão 2007


  Dia 22, quinta, a partir das 17 horas, no IFCS (Largo de São Francisco, 1, Centro). Pronto. Agora você já sabe dia, hora e local do início das transmissões da Rádio Pulga em 2007. É só aparecer lá e, se puder/quiser, colaborar com R$ 15,00 por semestre para ajudar a manter RP no ar na freqüência 102,5 (alcance Praça Tiradentes e arredores).

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Grand Café Ipê


   O pessoal do Centro de Mídia Independente (CMI) convida para o Grande Café Ipê, evento que começará às 18 horas do dia 1º de abrirl (ei, é verdade!) no IP:// (Rua Joaquim Silva, 71 Lapa). No programa, debate sobre cinema mudo com o professor Márcio Galdino, esquetes de teatro, apresentação dos malabaristas Edison, Lumière, Meliès e Porter, acompanhados da banda Almas Liberadas.

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15.2.07

 

Conferência para a Comunicação


  A Fenaj e o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) começaram a articulação para a realização da Conferência Nacional de Comunicação no Brasil. A idéia é seguir os moldes das conferências já realizadas por outros setores, como meio ambiente e educação. Leia mais aqui.
 

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1.2.07

 
Ô inocência!

   Diante do escândalo, o ministro Hélio Costa revogou a portaria, assinada no dia 23 de janeiro e publicada no dia 29 no DOU, que concedia a Igreja Renascer mais um canal de TV (em Vila Velha, ES). Costa alegou que não sabia que a Fundação Evangélica Trindade estava por trás da Ivanov Comunicação e Participações Ltda, ganhadora da concessão. Bem, só ele não sabia, né? Pois a FET é mais do que conhecida no Ministério até porque tem mais duas outras retransmissoras.

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Tem cada uma...

   A Fundação de Telecomunicações do Pará (Funtelpa), que é a TV Cultura lá na terra do meu pai, tinha um acordo pra lá de inusitado com a TV Liberal, do poderoso grupo regional Organizações Rômulo Maiorana e afiliada da Globo. A Futelpa não só deixava que a Liberal usasse as suas 78 restransmissoras espalhadas pelo imenso estado, como ainda pagava R$ 461 mil mensais à afiliada global por isso. A explicação da ORM é que esse era o pagamento feito à Liberal para que essa provesse o conteúdo (praticamente todo da Globo) e fosse ressarcida pelos investimentos feitos para botar os canais no ar, já que a Funtelpa não teria condições de fazê-lo. O problema é que a lei manda que, caso uma empresa não possa colocar ou manter uma emissora no ar, a freqüência seja devolvida ao governo para que esse a conceda a outro interessado. Não existe a figura da sub-locação de freqüência.

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30.1.07

 
Ah, fala sério!...

   Você não vai acreditar, mas juro que é verdade: o Ministério das Comunicações outorgou mais uma retransmissora para a Rede Gospel, pertencente à Igreja Renascer, cujos chefes, Estevam Hernandes Filho e Sônia Haddad Moraes Hernandes, estão correndo da polícia dos EUA e daqui também. A outorga saiu no DOU de ontem e é válida para o canal 40, de Vila Velha (ES), tendo sido concedida para tal de Ivanov Comunicação e Participações Ltda. É a terceira retransmissora da Igreja Renascer. As outras duas são o canal 50, do Rio, e o 44, de Itapetininga (SP).

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