3.5.09
E agora?
Muito bem. Acabou-se a Lei de Imprensa. Já foi tarde.
Agora, como ficaria uma mulher que fosse acusada de terrorista por um dos maiores jornais do país, com base em um documento forjado, NÃO sendo essa mulher a ministra-chefe da Casa Civil e pré-candidata à Presidência da República?
Ah! Poderia recorrer ao Judiciário. Certo...Só para definir bem, estamos falando do mesmo Judiciário que leva sete ou oito anos para decidir sobre uma simples reclamação trabalhista? Esse Judiciário?
Agora, como ficaria uma mulher que fosse acusada de terrorista por um dos maiores jornais do país, com base em um documento forjado, NÃO sendo essa mulher a ministra-chefe da Casa Civil e pré-candidata à Presidência da República?
Ah! Poderia recorrer ao Judiciário. Certo...Só para definir bem, estamos falando do mesmo Judiciário que leva sete ou oito anos para decidir sobre uma simples reclamação trabalhista? Esse Judiciário?
Marcadores: Debate, Democratização da Comunicação, Regulação
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A absoluta imparcialidade da imprensa brasileira - essa mesma que não precisa de leis ditatoriais - ficou demonstrada na cobertura da votação no STF. A certa altura, o Globo On trazia como chamada algo assim "STF decide sobre a Lei de Imprensa". E no subtítulo: "Dois Ministros já votaram pela revogação". Qual a surpresa quando, ao abrir o texto da matéria, o incauto leitor descobria que os votos CONTRA a revogação eram, àquela altura, três!
Alguém viu algum comentário sobre a (péssima) posição do Brasil no ranking recentemente divulgado da Freedom Press sobre nível de liberdade de imprensa? Por volta do nonagésimo lugar, atrás de vários países como Botswana, Timor Leste, Moçambique e muitos outros
http://www.freedomhouse.org/uploads/fop/2009/FreedomofthePress2009_tables.pdf
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