30.3.08
O nome do Anônimo
O (quase) multimídia
A perua e a cafetina
E um deles já começou com o pé esquerdo. O indigitado Leonardo Attuch - de triste atuação no caso envolvendo o publicitário Marcos Valério, a secretária Fernanda Karina Somaggio e um furo da IstoÉ (lembre o caso aqui) - compara a ministra Marta Suplicy à cafetina Andréia Schwartz. Não gosto da Suplicy - acho-a uma perua oportunista e boa representante da arrogância da elite paulista -, mas daí a compará-la a uma cafetina vai uma distância bem grande.
Impressionante
Ponto que considero interessante é que, em priscas eras, uma fonte como o pastor teria o JB como opção para passar uma matéria como essa, destinada a provocar impacto na sociedade. Hoje, porém, só tem mesmo O Globo, apesar dos esforços de O Dia.
Marcadores: Bola dentro
Pega na mentira (ou na manipulação)!
No blog do Josias, ele postou isso aqui:
"Acórdão do TCU contradiz versão de Dilma Rousseff"
http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/arch2008-03-30_2008-04-05.html#2008_03-30_01_15_12-10045644-0
Mas é mentira. Ele está linkando um documento que não é o que a Ministra Dilma se refere.
Tentei comentar no blog dele mas vem a estranha mensagem "Erro Interno do Sistema" e não publica o comentário, que é este:
"Deixe de sofismas, Josias.
Posta aí o documento correto do TCU a que a Ministra Dilma se refere, este aqui:
http://contas.tcu.gov.br/portaltextual/MostraDocumento?lnk=(acordao+adj+230/2006+adj+plenario)[idtd][b001]
No documento correto aparecem muitas menções às prestações de contas retroativas ao governo anterior. O TCU pede para o atual governo prestação de contas do cartão corporativo da época do governo anterior, isso está claro. E como fazer isso sem informatizar criando o SUPRIM? Você somaria as despesas na mão, Josias? Há até elogios do TCU quanto ao aprimoramento da prestação de contas através da criação do banco de dados SUPRIM tais como no capítulo "Voto do Ministro Relator", item 12 parte I, que abrange 2002.
Quem ler o documento correto vai perceber que você está manipulando e "escandalizando o nada".
Banco de dados oficial reconhecido e elogiado pelo TCU não é dossiê."
Abraços, Coleguinha!
Além do item 12, citado pelo leitor, tem ainda o item 5, no qual o ministro Ubiratan Aguiar, relator da auditoria, fala também que o serviço da Suprim abrange 2002 e nada obsta ao fato. Aliás, seria estranho que o fizesse - o TCU nunca se queixa de informações de mais, só o contrário.
Agora, caro Anônimo, você já postou esse comentário no blog do Nassif? Ou mesmo mandá-lo para o colegão? Seria uma boa.
Marcadores: Cascata
29.3.08
Surto
Marcadores: Cascata
27.3.08
Será o "mas"?
Marcadores: Cascata
A batalha esquecida
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23.3.08
Números necessários
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19.3.08
"King of the Kings" 2008
Lembre-se: cascata não é só a matéria falsa, mas também a exagerada, a descontextualizada ou a cobertura histérica.
Marcadores: Cascata
Antes tarde...
Marcadores: Mercado de comunicação
17.3.08
Cascataço
Marcadores: Cascata
14.3.08
Um sujeito muito agitado
Declan Patrick "Aloysius" (esse ele acrescentou depois de adulto) MacManus nasceu em 25 de agosto de 1954, em Londres, mas formou sua primeira banda em Liverpool, em 1971, tocando com ela por cinco anos, até voltar a Londres, em 77, já casado e com filho pra criar. O nome de Elvis Costello foi bolado pelo seu primeiro empresário, Jake Rivera,dono do selo Stiff, que juntou o primeiro nome do Rei do Rock, com o nome do meio de sua própria mãe. Jake o pôs para tocar com a banda Clover, com a qual o agora Elvis Costello gravou seu primeiro álbum, My Aim Is True (em 1977).
No mesmo ano, ele criou a sua própria banda, The Attractions, com a qual fez muito barulho, em especial no Staruday Night Live, quando tocou "Radio, radio", música que satirizava as corporações televisivas e que os produtores do programa tinham ordenado expressamente que ele não apresentasse. Por essa estripulia Elvis Costello foi banido por quase toda a década de 80 da TV dos EUA (só voltou a tocar nela em 89, exatamente no Saturday Night Live).
Durante estes anos, EC se meteu em um monte de confusões (a mais notável envolvendo Ray Charles) e amadureceu como poeta e músico, como se pôde ver, por exemplo, no notável álbum King of America, de 86. Mas a música que a Pavuna ´73 trás para você, gentil ouvinte, faz parte de Spike (de 89) e é uma excelente mostra das letras sofisticadas que EC conjuga com um som meio sobre o inclassificável, os dois a serviço de temas muito estranhos. Ou não é esquisita uma música cantada por um comediante morto, na qual ele narra seu encontro com o Criador em pessoa (aliás, um tanto decepcionado com uma de suas criaturas) e o novo emprego que este lhe arranja?
Ouça, então, God's comic:
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P.S.: Elvis continua ativíssimo e sempre inquieto. A última dele - em 2004, um ano de vir ao Brasil para o TIM Festival - foi criar um balé, chamado Il Sogno, inspirado na peça Sonho de uma noite de verão, de Shakespeare.
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12.3.08
Por que não falam?
Depois do mas
10.3.08
Briga de máfia ajuda
Globo duas-caras
Três gols globais
Para ninguém dizer que tenho implicância com O Globo, seguem fartos elogios para matérias da edição de ontem:
1. Brasileiro duas-caras: Bacana ter mostrado a hipocrisia brasileira com números e casos pertinentes (o que nem sempre ocorre). Matéria relevante e que mereceria ciclo de debates.
2. Logo: Essa página esquisitona vem se firmando com das melhores (poucas) coisas boas do Globo. Legal a idéia de editá-la sobre o Haroldo de Andrade e mais ainda imitando um roteiro de programa de rádio.
3. A luta dos homossexuai: A melhor de todas, porém, foi a que enfocou o diminuição da discriminação contra os homessexuais no mercado de trabalho e o que ainda falta nesse caminho. Pelo que tenho lido, a melhor matéria publicada nesse ano até agora, somando todos os jornais. Como a que trata do brasileiro duas-caras, é a anticascata.
8.3.08
"Truepa de elite"
Vc não tá achando essa cobertura dos brasileiros "devolvidos"na Espanha um tanto "educativa"? Pela primeira vez os filhos da classe média brasileira ( os leitores dos jornais) estão sendo tratados pela polícia do aeroporto de Barajas do mesmo modo que a policia trata os pobres no Brasil. Aí é esse escândalo que se lê em páginas e mais páginas . Ou seja quando a PM sobe o morro no Rio atirando pra todo lado, batendo nos moradores, prendendo "suspeitos" sem nenhuma acusação, torturando etc, tá tudo bem, o jornais não tão nem aí, Tropa de Elite neles. Aí quando o universitário branco da zona sul carioca é deportado por ser considerado pobre ( pros padrões europeus) é uma gritaria sem fim. "O meu filhinho ficou seis horas sentado numa sala sem água nem comida! É humilhante! " exclama a mãe no Jornal Nacional.
É claro que a Espanha ( a União Européia, pra ser mais preciso) está completamente errada nesse episódio. Mas nunca ficou tão evidente como a banda toca na mídia nacional.
7.3.08
Notícia boa é notícia boa
6.3.08
Esse jotinha....
No domingo passado, o JB saiu com a manchete "Cartão pagou até bailarinas", que tinha como subtítulo "Servidor da Casa Civil contratou 20 moças". A matéria foi assinada pelo repórter especial Weiller Diniz.
As "bailarinas" eram plantas de uma espécie muito encontrada no Jalapão, em Goiás.
Tem mais. Na terça, chamada de primeira: "Bailarinas do cartão corporativo viram 20 vasos de flores".
A continuar noticiando tais feitos de magia, o JB ainda acaba mudando de nome. Para Profeta Diário.
Marcadores: Cascata
5.3.08
Se fosse estatal...
Explosão numa subestação da Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (Cteep) provocou caos em São Paulo ontem. Dois dias antes, os jornais econômicos saudavam a gestão da Interconexión Eléctrica S/A (ISA), empresa colombiana (estatal, mas ninguém lembrou o fato), que aumentou o lucro da Cteep em 136% desde que assumiu a empresa, há um ano e meio, graças a uma forte contenção de gastos.
Agora, imagina o que Dona Míriam, Turca Racy, Suelii Caldas, Celso Ming e outros menos votados estariam dizendo se fosse uma estatal brasileira (colombiana pode) a deixar a maior metrópole do país às escuras...
3.3.08
Dom Eugênio
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2.3.08
Comida de mosca
Semanais em queda, Carta Capital foi a unica a subir, diz Marplan 08:56 Uma pesquisa do instituto Marplan tornada publica na semana passada indica queda no numero de leitores na maioria das semanais. Na Veja, o recuo foi de 9%, na Exame, de 7%. As baixas foram mais expressivas na Época (-15%), Istoé (-18%) e Istoé Dinheiro (-34%). Segundo a pesquisa, apenas a Carta Capital subiu, a alta foi de 15%. O levantamento refere o periodo de outubro de 2006 a setembro de 2007. 11/02 Blue Bus
Marcadores: Mercado de comunicação
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