6.5.08
De olho na vizinhança
Anos atrás, sugeri que os jornais brasileiros fixassem correspondentes na China, pois este país tendia a ser um parceiro comercial muito importante para nós e, por isso, seria objeto de curiosidade aqui. Meses depois, O Globo enviou o Gilberto Scofield, que vem, desde então, enviado ótimas matérias de lá. O jornal dos Marinho foi além e hoje mantém a competente Florência Costa na Índia, outro país do grupo Bric (o último, a Rússia, está coberta pela boa Vivian Oswald).
Agora sugiro que O Globo e outros jornais apostem na América do Sul. Hoje, há um repórter, em geral baseado em Buenos Aires, cobrindo o subcontinente inteiro. Creio que é hora de avançar na região, pondo mais dois correspondentes - um baseado em Lima ou La Paz, cobriria Peru, Bolívia e Equador; outro, localizado em Bogotá ou Caracas, atuaria na Colômbia, na Venezuela e nos outros pequenos países da chamada Calha Norte. O correspondente de Buenos Aires continuaria cobrindo Argentina, Uruguai, Chile e, talvez, Paraguai. A dúvida quanto a este é que poderia ser coberto com reforço na sucursal de Curitiba ou por um correspondente baseado em Campo Grande.
Agora sugiro que O Globo e outros jornais apostem na América do Sul. Hoje, há um repórter, em geral baseado em Buenos Aires, cobrindo o subcontinente inteiro. Creio que é hora de avançar na região, pondo mais dois correspondentes - um baseado em Lima ou La Paz, cobriria Peru, Bolívia e Equador; outro, localizado em Bogotá ou Caracas, atuaria na Colômbia, na Venezuela e nos outros pequenos países da chamada Calha Norte. O correspondente de Buenos Aires continuaria cobrindo Argentina, Uruguai, Chile e, talvez, Paraguai. A dúvida quanto a este é que poderia ser coberto com reforço na sucursal de Curitiba ou por um correspondente baseado em Campo Grande.
Marcadores: Mercado de comunicação
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