30.4.07

 

"Desescondendo" - 2


   Mais uma notícia que foi ignorada pelos coleguinhas. Agora, sobre convergência e democratização da comunicação. Leia aqui.

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"Desescondendo"


   Atrasado, mas como não vi em lugar nenhum, é como se fosse nova, certo? Leia aqui.

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Enrolando


   A bancada da Rede Globo no Congresso arranjou mais uma maneira de protelar as discussões sobre a participação das empresas de telecomunicações na produção de conteúdo. Veja a jogada aqui.

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22.4.07

 

Será que estou ficando velho?


   Bacana a série da correspondetnte Deborah Berlinck sobre as eleições francesas. Como não poderia deixar de ser, houve altos e baixos na série, mas isso nada importa porque o elogiável foi a própria pauta, muito inteligente. Parabéns à Déborah e ao pessoal da Inter.
   Puxa...Outro dia elogiei o Esporte. Hoje, elogio a Inter...Cara, será que estou ficando velho e molenga?

 

Amnésia esquisita


   Não entendi a irritação do Ancelmo Góis com o fato do advogado Antônio Carlos de Almeida, que defende o juiz Paulo Medina, falar tanto à imprensa. Os acusados normalmente falam por meio dos seus advogados com a polícia e também com os jornalistas. Sempre foi assim (Nélio Machado, grande defensor de banqueiros de bicho, que o diga) e é natural que seja. Já imaginou se o juiz aparecesse na porta de casa para dar entrevista? Certmente baixaria hospital com várias fraturas provocadas pelos ávidos coleguinhas.
   Será que o Ancelmo esqueceu que vivemos num estado de direito, numa democracia? Ou terá alguma rixa com o Kakay?

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De olho na Comunicação


   O Coletivo Intervozes pôs na Rede o Observatório do Direito à Comunicação. Lá você descobre, por exemplo, que este ano vencem as outorgas de 15 anos da Globo Comunicações e Participações (Globopar) - mais conhecida como Estrela da Morte - em cinco estados. Conheça o Observatório clicando aqui e veja a lista de outorgqas a vencer este ano aqui.

20.4.07

 

De fôlego


   Bacana a matéria do correspondente do Globo em Londres, Fernando Duarte, sobre o cearense que vai correr a maratona da capital da terra da Rainha depois de vencer todas as dificuldades de um pobre brasileiro. Pauta rara, aproveitamento muito por parte do editor Antônio Nascimento, que mostrou sensibilidade no destaque que deu ao texto. Parabéns aos dois.

18.4.07

 

Deu no Washington Post?


   Alguém aí viu se o Washington Post sacaneou O Globo na primeira página depois do bang-bang de ontem? Não? Bem, talvez sacaneasse, se soubesse da existência...

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16.4.07

 

O Cade vai à convergência


   O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) realizará uma série de consultas públicas para que os atores da convergência digital digam que posição defendem sobre o tema e por que. Ainda não há casos na pauta do Cade sobre o assunto (o caso ABTA x TVA/Telefônica ainda não chegou aos conselheiros), mas é óbvio que eles chegarão e provavelmente em avalanche. Daí os conselheiros resolveram seguir a FCC americana e a Ofcom inglesa e realizar esse tipo de consulta, que versará sobre: convergência tecnológica, aspectos concorrenciais da convergência tecnológica, Regulação e fomento à competição no novo ambiente convergente, o papel do Estado no novo ambiente convergente e como ele deve garantir a diversidade de conteúdos, utilização da tecnologia em favor da universalização da informação e mudanças institucionais necessárias para garantir a concorrência e a difusão da informação no novo ambiente convergente.

   O primeiro a falar será Luiz Eduardo Falco,presidente da Telemar, no dia 26. Os papos rolarão até 23 de agosto e deles sairá um relatório a ser entregue a todos os conselheiros para eles irem meditando.

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14.4.07

 

Blog do cunhado


   Meu grande - no tamanho (1,92m) e no coração - cunhado Sandro agora também tem um blog. É o Tá Sentindo o Quê? que você pode conhecer aqui.

 

Eurico x O Globo


   Eurico Miranda, presidente do Vasco, mandou a seguinte carrta endereçada ao editor de esportes do Globo, Antônio Nascimento, o Toninho:


      Jornal O Globo e a agressão ao Vasco

      A editoria de esportes do jornal O Globo é especialista em agredir o Vasco. Compõem-na alguns jornalistas, projetos de jornalistas e ex-jornalistas empenhados em garimpar todo tipo de informações que, após receberem tratamento ?adequado?, têm por objetivo enfraquecer a instituição esportiva, política e financeiramente. Os motivos da estratégia são conhecidos há muito tempo pelos vascaínos mais atentos. E, a cada reportagem farsante, ficam mais evidentes.

      A edição desta terça-feira, dia 10 de abril de 2007, é um belo exemplo do viés de agressão adotado pelo jornal sempre que o assunto envolve o Vasco e, especialmente, sempre que se considera na redação que o clube pode estar mais vulnerável por conta de resultados do futebol.

      Começo pela lamentável coluna de um ex-jornalista chamado Fernando Calazans. Ele pretende me agredir chamando-me de ?ex-deputado?, assim como faz um de seus comparsas do mesmo veículo. Bem se vê que nem original consegue ser. Anda faltando inspiração.

      Há uma diferença notável entre o ?ex-deputado? e o ex-jornalista: a mim não incomoda em nada o fato de ser um ex-deputado. Muito menos do que imaginavam meus desafetos, que acreditavam na minha sede por imunidade parlamentar, advento que me livraria das conseqüências da impressionante gama de crimes que cometi, segundo eles. Conversa fiada que, embora os jornais não noticiem, foi sendo desmontada passo a passo ao longo dos últimos anos.

      Já ao senhor Fernando Calazans muito deve incomodar ser um ex-jornalista em atividade. Não deve ser estimulante desempenhar uma função para a qual não se tem mais aptidão. Se é que um dia o senhor Calazans já teve vocação para o jornalismo. As evidências de que ele transformou-se em um ex-jornalista são diversas: é ultrapassado, desatualizado, preguiçoso e alguns traços de sua senilidade precoce já estão evidentes. O que se comprova pelo seu mea culpa na segunda parte da coluna desta terça em que, mais uma vez, confessa que embaralhou tudo. ?Pra vocês verem...?, disse ele. Nós vimos.

      Além disso, é um oportunista barato. Só se refere ao Vasco quando o time de futebol perde dois ou três jogos seguidos. Ele deve imaginar que derrotas esportivas são um flanco aberto no clube. Através dessa brecha ilusória intensifica seus ataques pessoais ao ?Presidente do gol 1000?, acreditando que a combinação frustração da torcida / textos explosivos de um ex-jornalista em atividade é suficiente para abalar os alicerces do Vasco. Engana-se redondamente.

      O que o senhor Calazans chama de ?vocação autoritária?, nós entendemos por comando. O Vasco tem comando. Aqui, não se plantam notícias falsas, crises, fofocas. Toda vez que algum aventureiro tentar impor ao Vasco uma mentira, uma crise ou uma fofoca dessas às quais o jornalismo de botequim está habituado, o Presidente do Vasco entrará em ação. Receba ele o adjetivo que for. E eu já recebi muitos para me importar, justamente, com algum que venha da mente decadente do senhor Fernando Calazans.

      O resto dos seus devaneios não merece maior atenção. Na verdade, eles servem apenas como ilustração de onde um sujeito frustrado pode chegar após o final da carreira.

      Abordo, também, a reportagem em relação a um seminário sobre o futebol do Rio de Janeiro que será realizado na sede do diário. É óbvio que a motivação para a realização do evento tem origem no inconformismo de meia dúzia de golpistas, encontrada entre dirigentes de clubes e seus asseclas da mídia esportiva. Todos eles indignados. Talvez com a própria incapacidade de defender e sustentar idéias no foro em que discussões sobre o futebol do Rio de Janeiro têm realmente valor: o Conselho Arbitral da FERJ, onde costumam ser batidos democraticamente por mais de 90% dos votos. Mas, curioso, essa democracia a eles não interessa. A eles só interessa a democracia em que saem vitoriosos.

      O Vasco não recebeu convite para o tal evento. Segundo justificativa esfarrapada, porque o clube encontra-se em processo eleitoral. Mais uma desinformação prestada pelo jornal. Não há processo eleitoral. A decisão de primeira instância existente em relação ao pleito vascaíno não pode ser considerada definitiva. Básico: o processo judicial não transitou em julgado. Tampouco há uma disputa presidencial, uma vez que o imbróglio envolve a eleição para o Conselho Deliberativo. Diante disso, é simples perceber que exerço plenamente o mandato de Presidente do Vasco e que a teoria da interinidade é mera provocação, mais uma vez, do veículo de desinformação. Se assim não fosse, não assinaria o Presidente do Vasco, na ultima semana, contrato com a Rede Globo de televisão referente ao campeonato carioca de futebol, pelos próximos quatro anos e de considerável valor.

      No entanto, se efetivamente convidado fosse, lá não compareceria. Não perco o meu tempo, que deve ser dedicado ao Vasco, discutindo o sexo dos anjos, as cores do arco-íris ou algo que o valha. Não compareço a reuniões (essas sim) de cartas marcadas e que não contribuem em nada para o desenvolvimento do futebol no estado, repletas de luminares que, em resumo, não pagam a conta no fim do mês. Além disso, o Vasco foi o último representante carioca campeão Brasileiro. Isso foi em 2000. Mas como, para eles, a vitória do Vasco não é exatamente a vitória do futebol do Rio de Janeiro, fica fácil imaginar que não serão conquistas vascaínas que preencherão essas lacunas de agonia repentina.

      A última abordagem diz respeito a uma matéria na qual se discutiu a questão do preço dos ingressos nos clássicos do Maracanã. Em decisão de Conselho Arbitral ficou estipulado que 90% da carga de ingressos para esses jogos terá o valor de meia entrada. A justificativa é simples: como ninguém consegue ordenar o problema das carteiras de estudantes, facilmente falsificadas ou oriundas de entidades fantasmas, optou-se pela venda de uma grande quantidade de ingressos de meia sem a necessidade de apresentação de carteiras, já que é inócua esta providência. O problema é tão sério que no mesmo jornal, Segundo Caderno, página 8, há uma manifestação da Federação das Empresas Exibidoras Cinematográficas comunicando medidas próprias contra a pirataria de carteiras e a meia-entrada, já que o poder público não se manifesta.

      Já no caderno de esportes, o senhor Carlos Augusto Montenegro, falando pelo Botafogo, preferiu usar a seguinte frase para se referir ao tema: ?Se querem fazer bandidagem, que façam em Moça Bonita ou em São Januário?.

      Bandidagem e picaretagem é a denominação mais apropriada para o vasto repertório que pode emergir de uma entidade que possui dois CNPJs, como é o caso do Botafogo. Bandidagem e picaretagem é a manipulação da opinião alheia. Bandidagem e picaretagem é ir aos jornais, rádios e televisões cobrar algo que já foi repassado ao Botafogo, enquanto seus dirigentes não pagam nem os salários mínimos de seus funcionários.

      Nós temos memória. Recordamo-nos que alguns deles tentaram nos tomar o título brasileiro de 2000. Conhecemos a trama. Percebemos o conluio. Sabemos quem eles são. Sabemos, principalmente, quais objetivos norteiam suas ações. Mas que tenham conhecimento que a independência e a soberania do Vasco não estão à venda. Naquilo que depender de mim, nunca mais verão o Vasco subserviente e acolhendo com parcimônia o ?direito?, por eles ofertado, de ser um clube de segunda ou terceira ordem no cenário do futebol. A história do Vasco é de 108 anos de dignidade. O presente é de exposição das verdades. E o futuro continuará a ser de conquistas. Por isso e para sempre, exigimos respeito.


      Eurico Miranda
      Presidente do Club de Regatas Vasco da Gama


   Não concordo com a maior parte das afirmativas do Eurico, mas com duas não dá para discutir, diante de evidências que extrapolam O Globo e sua editoria de esporte, embora os incluam:

      1. Os veículos e os jornalistas estão exagerando na manipulação. Tá certo que isso é inerente ao jornalismo - nem criança acredita mais em isenção e objetividade -, mas a coisa passou dos limites faz tempo. A imparcialidade - o terceiro pilar da definição dominante da atividade - tem condição de ficar de pé, mas está sendo demolida exatamente por quem deveria ter todo interesse em mantê-la ereta e forte;
      2. Realmente, os veículos de comunicação só acreditam numa democracia que eles vencem sempre o debate (quando admitem debate, bem entendido).

   O jornal, é claro, vai reponder - provavelmente com sarcasmo - ao ataque, mas um espinho vai ficar cravado na alma dos coleguinhas: o de que a carta do Eurico é mais bem escrita do que 98% do que é publicado no Globo todos os dias. Isso dói à beça no coração de nós, jornalistas, vaidosos por natureza e necessidade.

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13.4.07

 

O Cara joga duro


   E não é que o Baixinho não conseguiu chegar ao tal gol mil de araque mesmo disputando dois torneios recheados de times de segunda e terceira divisões...É, o Cara Lá De Cima não gosta mesmo de cascateiro.

   Mas não desanima, Baixinho. Ainda resta a seleção da Acerj.

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Curiosidade mórbida


   Confesso que ando morbidamente curioso para saber até onde O Globo vai com essa história da inspetora Marina Magessi. É que o jornal encheu a bola da moça, tratando-a como se fosse espécie de heroína de série de tevê. A relação era se tornou tão próxima que, segundo testemunhos internos, ela adentrava a redação do segundo andar da Irineu Marinho 35 - e circulava por lá - com extrema desenvoltura.

   A minha curiosidade sobre este caso tem outro ponto de apoio. Numa das eras da Coleguinhas - quando este blog era um site - e Marina ainda bancava a misteriosa, se recusando a apresentar o rosto, ela trocou vários emails comigo. Demonstrou muito interesse nas minhas tresloucadas análises e ainda mais em como eu conseguia as informações que publicava. Cercou, cercou, mas não conseguiu nada, até porque, pelo menos no diálogo escrito, sou bem mais habilidoso do que ela.

   De qualquer maneira, esses interesses já mostravam que Marina pretendia usar a mídia para alavancar a sua carreira. Era uma aposta de risco e eu a avisei. "Os coleguinhas hoje estão de seu lado, te inflam a bola, mas não hesitarão em detoná-la se for do interesse deles", disse. Pode ser que tenha levado o aviso em consideração e tomado alguma providência a respeito para evitar o que eu vaticinava. É isso que estou curioso para descobrir.

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9.4.07

 

Egbé: lugar de negro é em sua terra


   Programa de ONG carioca apóia comunidades negras urbanas e quilombolas nos campos social e político. Leia aqui.

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Rota 163


   Asfaltamento da BR 163 (Cuaibá-Santarém) mobiliza sociedade civil da região cortada pela estrada. Leia mais.

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8.4.07

 

Sou, mas quem não é?


   Comovente esforço do Globo, usando o talento do correspondente Fernando Duarte, para dizer que a internet é tão oligolpolizada quanto a mídia tradicional (especialmente no Brasil). O raciocínio é de que se a internet é um oligopólio então é natural que a mídia seja assim mesmo. É natural.

   Será que eles acreditam que alguém acredita nisso?

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"A verdade sobre as nações indígenas"


   Artigo que saiu na Folha e foi republicado pela minha irmã em seu blog. Leitura boa. Aqui.

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5.4.07

 

Jogo empatado


   A 1ª Seção do STJ considerou que é ncessário diploma de curso superior de Jornalismo para o exercício da profissão. Anteriormente, o mesmo Tribunal concedera liminar ao cidadão Vanderlan Farias de Sousa, que deseja ser jornalista sem ter curso superior na área. Agora, no julgamento do mérito, os membros da 1ª Seção consideraram que Vanderlan não tem tal direito. À sentença cabe recurso.

   Já o STF concedeu liminar à Procuradoria Geral da República para que não fossem cassados os registros concedidos durante a vigência da liminar da 16ª Vara de São Paulo que permitia o registro sem diploma. Agora, a liminar será julgada pela 2ª Seção do Tribunal.

   Essa história vai render muito ainda e só vai ser pacificada lá no plenário do STF daqui a um ou dois anos. Por enquanto, leia mais aqui sobre decisão do STJ.

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Vai por mim, Baixinho...


   Romário, segue a minha dica...Chama o pessoal da Acerj para jogar uma pelada - pode ser no Maracanã mesmo - para fazer o tal gol mil. O palco e, principalmente, o adversário seriam perfeitos, Baixinho. Afinal, são os coleguinhas da imprensa esportiva que estão convencendo seus leitores, ouvintes e telespectadores de que essa sua cascata é verdade. E seria também uma homenagem legal a esse esforço, pois eles estão jogando na lata do lixo o que restava de respeitabilidade na imprensa esportiva em seu nome e em nome do marketing.

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3.4.07

 

Os mil do Baixinho


   A CBF mudou o jogo do Vasco contra o Gama de São Januário para o Maracanã alegando falta de segurança. Interessante. Antigamente, quando a entidade fazia isso - mudava jogos em cima da hora -, os coleguinhas rugiam irados, reclamando contra a bagunça que era o futebol brasileiro devido à incúria e à incompetência dos cartolas. Dessa vez, nem um pio...

  Mas não tem jeito. Em vez de num time de primeira divisão, Romário vai fazer os mil gols de araque contra um time de segunda. O que não impedirá os coleguinhas babarem o ovo do Baixinho exaltando-o como se tivesse marcado contra o Liverpool ou o Real.

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Dando mole


   Brasil, Uruguai, Argentina e Paraguai não conseguem chegar a um acordo sobre o que fazer com o Aqüífero Guarani, a maior reserva subterrânea de água do mundo. Enquanto isso, os EUA estão de olho e procurando uma desculpa (terrorismo! terrorismo!)para desembarcar tropas na área. Leia aqui como estão as conversas entre os quatro vizinhos sul-americanos.

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Nova vitória contra os escravocratas


   Fiscais do Ministério do Trabalho libertaram mais 59 brasileiros que se encontravam escravizados, dessa vez no Maranhão. Leia mais.

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2.4.07

 

Quase perfeito


   Jogo com time de segunda divisão, quarta à noite, em São Januário. É, para um gol mil de araque, o cenário é condizente. Melhor só se fosse contra o time da Acerj num dos campinhos de soçaite da Praça 11, ali ao lado do Metrô. Afinal, como reconheceu o próprio Baixinho ontem, ao entrar em campo ? quando ainda estava crente de que marcaria o tal gol mil contra time grande num Maracanã cheio ? se não fosse a ajuda a imprensa esportiva, o caô dele não prosperaria.

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