16.9.07
"Too darn hot"
Cole Porter não era de economizar menções sexuais em suas letras, o que, na América da primeira metade do século passado, era clamar por problemas, ainda mais se o cara era um boiolaço. Assim, não causou surpresa a ninguém que "Too darn hot", que escreveu para a peça "Kiss me, Kate", em 48, tivesse sido censurada pela MGM quando a obra foi levada à tela em 53. A tesoura puritana cortou o verso em que era mencionado o Relatório Kinsey sobre a sexualidade, que levou rubores intensos às bochechas americanas. O estúdio mandou trocar "according to the Kinsey report" para "according to the latest report".
A versão que a Pavuna '73 apresenta hoje, porém, é fiel ao original. Ela é de Mel Tormé, um menino-prodígio que começou a cantar profissionalmente aos quatro anos e não parou mais, tornando-se um dos grandes "jazz singers" de todos os tempos, além de compositor e arranjador. Dono de múltiplos talentos, Tormé foi ainda ator de rádio e cinema e escritor, com cinco livros publicados.
A versão que a Pavuna '73 apresenta hoje, porém, é fiel ao original. Ela é de Mel Tormé, um menino-prodígio que começou a cantar profissionalmente aos quatro anos e não parou mais, tornando-se um dos grandes "jazz singers" de todos os tempos, além de compositor e arranjador. Dono de múltiplos talentos, Tormé foi ainda ator de rádio e cinema e escritor, com cinco livros publicados.
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Marcadores: Pavuna '73
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A cena de apresentação de Too Darn Hot pros produtores, no filme, é maravilhosa. Ann Miller alucina, com umas sapateadas que entontecem!!!
Kiss me Kate é ótima. Aliás, o original também, embora necessite de uma atualizada frente às conquistas feministas, né?
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Kiss me Kate é ótima. Aliás, o original também, embora necessite de uma atualizada frente às conquistas feministas, né?
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