26.4.06
TVD: Não existe almoço grátis. Nem tevê também.
Um dos principais argumentos dos radiodifusores em defesa dos seus interesses é de que se o padrão japonês for aceito, a alta definição na tevê (e nos outros meios, como celulares) será gratuita como seria a tevê aberta hoje. Tudo bem que os barões digam isso, pois estão defendendo o caviar das crianças. O problema é quando agentes públicos começam a falar a mesma coisa, como fez o secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Roberto Pinto Martins, no debate realizado segunda-feira, em São Paulo. Ele foi prontamente rebatido por Diego Moysés, do Coleitvo Intervozes. Veja aqui.
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